Enquanto o investidor brasileiro médio se contenta com 0,8% ao mês no CDI, uma parcela crescente de pessoas físicas está acessando retornos que chegam a 3,8% ao mês — com lastro em ativos concretos, contratos públicos e imóveis. Não é especulação. É estrutura.
O Grupo Botteles, gestora patrimonial sediada em Brasília com operação em todo o Brasil, formalizou três instrumentos de investimento que antes estavam restritos a grandes fortunas e investidores institucionais. Com mais de 327 contratos ativos com órgãos públicos e 99% de adimplência, a empresa coloca o capital de investidores para trabalhar em projetos com garantia real — imóveis, notas promissórias e contratos governamentais.
"A grande maioria dos brasileiros ainda investe como se fosse 2010 — Tesouro Direto e CDB. O mercado evoluiu. Os instrumentos evoluíram. O investidor ainda não descobriu."
Os três certificados disponíveis — CHF, CPL e CPE — têm perfis distintos de risco, prazo e rentabilidade. E isso é proposital: cada um foi desenhado para uma estratégia específica, permitindo que o investidor monte uma carteira diversificada dentro do próprio ecossistema Botteles.
O problema com os investimentos tradicionais
Tesouro Direto, CDB e fundos DI têm o seu lugar. O problema é quando se tornam a única estratégia. Em cenários de inflação elevada e juros reais em queda, o investidor que depende exclusivamente de renda fixa bancária perde poder de compra em termos reais — mesmo sem perceber.
A alternativa não é necessariamente a bolsa de valores — com sua volatilidade e dependência de timing. A alternativa são ativos estruturados com lastro real: imóveis, contratos governamentais e projetos com fluxo de caixa previsível. É exatamente isso que o Grupo Botteles oferece.